Navios e balões

Canoas de abordagem

Facões contra encouraçados.

Canoas de abordagem
Canoas paraguaias, amarradas aos pares e cobertas de camalotes, descem rumo aos encouraçados. Reconstrução.
Embarcação
Canoas amarradas aos pares com corda de couro
Camuflagem
Galhos e camalotes, para parecer plantas flutuantes
Tripulação
Uns 12 homens por canoa ‡
Armas
Sabres, facões, machados, pistolas e granadas de mão
Ataques
2 de março e 9 de julho de 1868

Com a esquadra imperial dentro do rio, López tentou tomar os encouraçados por abordagem. As canoas desciam à noite com a correnteza, aos pares, disfarçadas de camalotes. Em 2 de março de 1868 abordaram o Lima Barros e o Cabral; em 9 de julho, o Barroso e o Rio Grande. As tripulações se trancaram nas casamatas enquanto outros navios varriam os conveses com metralha: os dois ataques fracassaram, com grandes perdas paraguaias.

‡ Em disputa.Força de 2 de março: 24 canoas de uns 12 homens, segundo Thompson; 22 canoas e muito mais homens, segundo outra fonte. Baixas paraguaias: de 110 corpos contados sobre os conveses a 400. O nome “bogavantes”, que a tradição paraguaia dá a esses combatentes, vem do primeiro remador de cada banco; não aparece nas fontes brasileiras consultadas.

Fontes: Revista Marítima Brasileira, as abordagens de 1868, com citações de Thompson; “Assault on the battleships Cabral and Lima Barros” e “Assault on the battleships Barroso and Rio Grande”, Wikipedia em inglês.

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